Em depoimento, tenente-coronel fala em armação da perícia para incriminá-lo

O Interrogatório do Tenente-Coronel: A Controvérsia por Trás de um Feminicídio

A CNN Brasil teve acesso a um longo e complexo interrogatório que dura mais de oito horas do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que é acusado do feminicídio de sua esposa, a soldado Gisele Alves Santana. Durante o depoimento, ele argumenta que foi alvo de uma armação por parte das peritas que estiveram envolvidas no caso, com o objetivo de incriminá-lo injustamente.

O Depoimento e suas Alegações

O interrogatório ocorreu na última segunda-feira, dia 5 de março, no Fórum Criminal da Barra Funda, localizado na zona oeste de São Paulo. Estavam presentes representantes do Ministério Público, o advogado da família de Gisele, e a defesa do tenente-coronel. Durante a audiência, o oficial fez várias acusações contra a equipe da perícia, alegando que eles teriam manipulado a cena do crime. Ele afirmou que, durante a reconstituição dos fatos, o sofá foi movido de maneira a obstruir sua visão do local onde a esposa estava, o que, segundo ele, prejudicou sua versão dos acontecimentos.

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