Viúva de Guilherme de Pádua faz revelação bombástica: “Um homem que…”

Juliana Lacerda, viúva de Guilherme de Pádua, usou as redes sociais nesta quarta-feira (6) pra relembrar o ex-marido, que morreu em 2022. A data marcou três anos desde a partida dele, e ela resolveu abrir o coração com uma homenagem cheia de emoção no Instagram.

Na publicação, Juliana postou uma foto de Guilherme e escreveu uma mensagem que, segundo ela, veio “direto da alma”. “Hoje faz três anos que você se foi… Agradeço a Deus pelo privilégio de ter vivido sete anos ao seu lado. Um homem que se arrependeu dos seus pecados e se tornou alguém íntegro, que amava o próximo e, como dizia o pastor Márcio, tinha o dom da misericórdia”, escreveu a maquiadora, deixando claro o carinho e a admiração que ainda sente.

“Te amarei pra sempre”

Na continuação, ela desabafou sobre a falta que sente e sobre a dificuldade de seguir em frente. “Meu questionamento hoje é se vou conhecer alguém à altura do que você foi. Ouso dizer que fomos um dos casais mais felizes desse mundo. Agradeço a Deus porque pude te servir até os últimos segundos da sua vida. Te amarei pra sempre, meu AMOR.”

O texto, simples e cheio de sentimento, rapidamente repercutiu entre seguidores. Muitos deixaram mensagens de apoio, lembrando da fase de Guilherme como pastor evangélico, quando ele afirmava ter mudado completamente de vida. Alguns até citaram que ele costumava ajudar dependentes químicos e pessoas em situação de rua, algo que Juliana também já mencionou em outras entrevistas.

Relembre o caso

Guilherme de Pádua ficou conhecido em todo o Brasil nos anos 90, mas infelizmente por um motivo trágico. O ex-ator foi condenado pelo assassinato da atriz Daniella Perez, filha da autora Glória Perez, em 1992 — um dos crimes mais marcantes da história da televisão brasileira.

Na época, Guilherme e Daniella atuavam juntos na novela De Corpo e Alma, exibida pela Globo. A relação entre os dois dentro e fora do set acabou sendo motivo de especulação, e o caso tomou proporções gigantescas na mídia.

Na noite de 28 de dezembro de 1992, Daniella foi assassinada em um terreno baldio na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo a perícia, ela sofreu 18 perfurações no peito e no pescoço, o que causou hemorragia interna e levou à morte.

Pádua e sua então esposa, Paula Thomaz, foram condenados por homicídio duplamente qualificado — por motivo torpe e por impossibilitar a defesa da vítima. Ambos cumpriram parte da pena e foram libertos anos depois.

Nova fase e morte inesperada

Após sair da prisão, Guilherme se afastou da vida pública e se converteu. Passou a frequentar a Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, onde se tornou pastor e trabalhava em projetos sociais. Ele chegou a dar entrevistas afirmando que buscava viver uma vida “de arrependimento e reconstrução”.

Mas em 6 de novembro de 2022, aos 53 anos, a história dele teve um fim repentino. Guilherme morreu vítima de um infarto fulminante em casa, em Belo Horizonte. A notícia causou surpresa, principalmente porque ele estava participando de atividades religiosas até poucos dias antes.

Juliana, que sempre defendeu o marido, tem usado as redes para manter viva a memória dele. E mesmo com as polêmicas que cercaram a trajetória de Pádua, ela insiste em lembrar o homem que, segundo ela, “se tornou alguém novo, guiado por fé e arrependimento”.

Hoje, três anos depois da morte, a homenagem de Juliana reacendeu a lembrança de um dos casos mais marcantes da TV brasileira — e mostrou que, pra ela, o amor e a dor da perda continuam presentes como se fosse ontem.



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