Olha, o sumiço da Priscila Belfort é um daqueles casos que mexem com todo mundo, né? Afinal, irmã do Vitor Belfort, que é um lutador super conhecido, desapareceu sem deixar rastro, e até hoje, mais de 20 anos depois, a família ainda vive com essa dor. E agora esse caso vai virar uma série documental chamada “Volta, Priscila”, que vai estrear na Disney+.
Esse documentário vai mostrar o que aconteceu no dia 9 de janeiro de 2004, o último dia que a Priscila foi vista pelos parentes. Tem algo muito pesado em todo esse mistério, e quem tá curioso ou quer entender mais, com certeza vai se interessar pela série.
Inclusive, o Vitor Belfort deu uma entrevista recente pro canal da ESPN, no YouTube, onde falou um pouco mais sobre a série e, claro, abriu o coração sobre a angústia que sua família vive até hoje. Ele desabafou algo que me tocou demais, dizendo: “Ontem meus pais enterraram minha irmã. Hoje temos que enterrar minha irmã de novo. É um enterro diário. É assim há 20 anos.” Sabe, essa frase resume bem o que eles estão passando. Imagina só, viver com essa incerteza, sem um ponto final nessa história, sem saber o que de fato aconteceu.
Ele também deixou claro que tá bastante insatisfeito com a maneira como o caso foi investigado. Segundo ele, teve gente, autoridades inclusive, que poderiam ter resolvido a questão, mas que não fizeram nada. E o pior, agora o crime já tá prescrito, o que significa que, mesmo que alguém confesse, nada mais pode ser feito. É uma situação extremamente frustrante, e dá pra ver que o Vitor carrega uma mágoa enorme em relação a isso.
No bate-papo, ele até chegou a especular sobre o que ele acredita que possa ter acontecido com a irmã. E aqui é onde a coisa fica ainda mais tensa, porque ele mencionou coisas pesadas, como tráfico de pessoas, escravidão e tráfico de órgãos. Segundo ele, tem pelo menos umas 20 pessoas que sabem o que rolou com a Priscila, mas que por algum motivo não falam. E aí ele soltou uma dessas frases bem fortes que ele costuma falar: “E essas 20 pessoas, o inferno espera elas.” A gente sabe que o Vitor tem uma personalidade bem intensa, então dá pra sentir o peso que esse caso tem na vida dele e da família.
Outra coisa que ele mencionou, e que faz muito sentido, é sobre como desaparecimento, por si só, não é considerado crime. Se não tem corpo, não tem como provar que um crime aconteceu. E o Vitor tá convencido de que por trás desse desaparecimento tem toda uma rede criminosa, como a indústria do tráfico de pessoas, que, segundo ele, é a que mais cresce no mundo. Olha, isso dá arrepios de pensar, mas infelizmente é uma realidade em vários lugares, e é algo que a gente precisa falar mais a sério.
A Joana Prado, esposa do Vitor e cunhada da Priscila, também falou sobre o impacto desse desaparecimento na vida dela e dos filhos. Na coletiva de imprensa sobre a série, que rolou no dia 17 de setembro, ela comentou que o caso afetou bastante a forma como eles criam os três filhos. Ela admitiu que vive com medo de que algo parecido possa acontecer com as crianças, e por isso evita ao máximo ficar longe deles. Dá pra entender totalmente esse medo, porque uma tragédia como essa acaba mexendo com toda a dinâmica da família, né?
Essa série “Volta, Priscila” promete trazer à tona detalhes que talvez muita gente não conheça sobre o caso. Quem sabe, com a atenção que a produção vai gerar, novas informações possam surgir e, quem sabe, a família consiga ter alguma resposta, nem que seja pra aliviar um pouco essa dor que eles carregam há tanto tempo.
Esse é o tipo de história que faz a gente pensar em como a vida pode mudar de uma hora pra outra. Você tá ali, vivendo seu dia, e de repente, tudo vira de cabeça pra baixo. Triste demais! E, se tem uma coisa que dá pra tirar disso, é que a gente nunca pode perder de vista as pessoas que ama. Tristezas assim mostram o quanto é importante valorizar cada momento juntos, porque realmente, a gente nunca sabe o dia de amanhã.