Em um terrível caso, mais um relacionado à violência doméstica, Alana Mata Ferreira, de 40 anos, faleceu no último domingo, dia 7 de janeiro, em um hospital de Goiânia.
A vítima foi atacada com extrema violência por seu ex-companheiro na segunda-feira passada, dia 1 de janeiro, como mostrado em um vídeo que causou grande comoção entre os moradores da região.
O filho de Alana relatou aos veículos de comunicação que sua mãe tentou buscar auxílio após o ataque, fugindo para a rua. Apesar de receber assistência, ela foi encaminhada para uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva), onde sofreu duas paradas cardíacas e não sobreviveu.
Um golpe de faca atingiu a costela da vítima, exigindo intervenções cirúrgicas no Hospital Estadual de Urgências de Goiás (Hugo).
Alana e o agressor mantiveram um relacionamento por cerca de seis anos, porém a separação ocorreu há aproximadamente quatro meses, devido à agressividade do ex-companheiro.
“Ele sempre demonstrava ser extremamente agressivo, chegava a agredir fisicamente minha mãe”, disse o filho, ao abordar o assunto e oferecer mais detalhes sobre a situação.
Nas redes sociais, um vídeo está em ampla circulação, revelando agressões chocantes que se desenrolaram em via pública, enfatizando a extrema gravidade do incidente. Até agora, não houve prisões feitas relacionadas a este caso.
Esse triste evento trás a tona a importância de combater a violência doméstica, realçando a crucial necessidade de implementar medidas para salvaguardar as vítimas e responsabilizar os agressores. Isso sublinha a importância da conscientização e da tomada de ações concretas por parte das autoridades competentes.
Para ver o vídeo clique AQUI!
Veja também:
Mulher vai a hospital com suspeita de gases, recebe grave diagnóstico e vai parar na UTI
Caroline Mayorga, residente em São Paulo, teve uma experiência preocupante que converteu um desconforto inicialmente associado a gases em um diagnóstico sério. Sua experiência ressalta a relevância de não menosprezar sintomas que pareçam triviais.
Em novembro, Caroline começou a experienciar intensas dores na região do lado esquerdo da costela e entre o ombro e o pescoço, inicialmente interpretadas como resultado de problemas digestivos.
As dores continuaram por um longo período, o que a levou a procurar assistência médica. Inicialmente, ela esperava por um tratamento breve e a possibilidade de sair rapidamente do hospital, porém a realidade foi drasticamente diferente.
Após uma bateria de exames, incluindo tomografias do tórax e abdômen, os médicos identificaram um quadro de infarto pulmonar bilateral, uma condição grave que demandou sua imediata admissão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde permaneceu hospitalizada por seis dias.
De acordo com o pneumologista Rodolfo Behrsin, o infarto pulmonar é uma consequência decorrente de uma embolia pulmonar, em que um coágulo bloqueia um vaso sanguíneo, interrompendo o fluxo sanguíneo e ocasionando a morte do tecido na área afetada. Os sinais indicativos incluem dificuldade respiratória, dores nas costas e presença de estrias de sangue no muco.
Fatores como o uso de contraceptivos, tabagismo, períodos prolongados de imobilização e condições específicas, como trombofilias, podem aumentar a probabilidade de uma embolia pulmonar. No caso de Caroline, que estava utilizando contraceptivos, ela agora está em um tratamento com medicamentos anticoagulantes.
A experiência de Caroline destaca a necessidade essencial de estar atento aos sinais do corpo e a importância de buscar ajuda médica diante de sintomas atípicos.
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Após uma bateria de exames, incluindo tomografias do tórax e abdômen, os médicos identificaram um quadro de infarto pulmonar bilateral, uma condição grave que demandou sua imediata admissão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde permaneceu hospitalizada por seis dias.
De acordo com o pneumologista Rodolfo Behrsin, o infarto pulmonar é uma consequência decorrente de uma embolia pulmonar, em que um coágulo bloqueia um vaso sanguíneo, interrompendo o fluxo sanguíneo e ocasionando a morte do tecido na área afetada. Os sinais indicativos incluem dificuldade respiratória, dores nas costas e presença de estrias de sangue no muco.
Fatores como o uso de contraceptivos, tabagismo, períodos prolongados de imobilização e condições específicas, como trombofilias, podem aumentar a probabilidade de uma embolia pulmonar. No caso de Caroline, que estava utilizando contraceptivos, ela agora está em um tratamento com medicamentos anticoagulantes.