Saiba o motivo de Ana Paula Renault não poder ganhar o Big Brother Brasil 26?

Bem, caro leitor, antes de qualquer coisa, já aviso: este texto não tem a pretensão de ser uma verdade absoluta nem um julgamento final. É só uma análise simples, quase de boteco mesmo, sobre a participação de Ana Paula Renault no BBB26. Dona do jogo? Calma… participante. Ou quase isso, dependendo do ponto de vista.

Pra começar, deixo aqui uma frase que, convenhamos, cai como uma luva: “Toda pessoa arrogante, soberba e altiva não aceita ser corrigida, visto que não deseja ser mudada por um comportamento superior, porque já possui um espírito de conduta inferior que a satisfaz.” Helgir Girodo disse isso, e parece até que estava assistindo ao pay-per-view do programa.

Ana Paula nunca foi uma figura discreta no Big Brother. Lá no BBB16, ela já se destacava pela personalidade forte, pelo jeito direto demais e por aquela disposição zero para evitar conflito. Resultado? Expulsão, polêmica e uma divisão enorme do público. Tinha quem amasse, tinha quem não suportasse nem ouvir o nome dela. E isso ficou marcado.

Agora, no BBB26, o cenário não mudou tanto assim. A diferença é que, até o momento, não houve agressão física. Mesmo assim, a rejeição continua rondando. E aí surge a pergunta que não quer calar: ela merece ganhar o prêmio de mais de R$ 5 milhões? Sim, o maior da história do reality, num momento em que todo mundo fala de inflação, custo de vida alto e boleto chegando sem dó.

Na opinião deste humilde redator — que pode estar errado, claro — a resposta é não. E não é por perseguição ou birra antiga. É pelo conjunto da obra. O comportamento arrogante, prepotente e, vamos falar a real, preguiçoso, pesa muito. Parece que estou vivendo um eterno déjà vu. A casa muda, os participantes mudam, mas a postura continua a mesma.

E não é só o público aqui fora que sente isso. Dentro da casa, o ranço também cresceu. Não só pelos embates verbais, que até rendem entretenimento, mas principalmente pela falta de participação nas tarefas básicas. Desde que entrou no programa, há quase um mês, Ana Paula não pegou numa vassoura, não limpou um banheiro, não fez o mínimo do convívio coletivo. E, goste ou não, isso conta. BBB não é só discurso bonito e barraco no ao vivo.

Nesta última semana, a situação ficou ainda mais feia. Alberto Cowboy, num comentário que repercutiu bastante nas redes, chegou a sugerir que a produção expulsasse a jornalista. Tudo isso porque ela se recusou a cumprir a prova do Monstro, indicada por Sarah Andrade — outra que, sinceramente, muita gente questiona o porquê de ter voltado ao jogo. Nas redes sociais, o burburinho foi grande, com internautas falando em tratamento diferenciado e possíveis privilégios.

Teve também o episódio do Barrado do Baile. Ana Paula foi vetada por Maxiane, leu a mensagem da produção, foi pra sala… e simplesmente desistiu da prova. De novo. Para quem se coloca como protagonista do jogo, esse tipo de atitude soa, no mínimo, contraditória.

Aí entra uma comparação inevitável. De um lado, alguém já famosa, com espaço na mídia e até rumores de convite político — segundo a Folha de São Paulo, ela teria sido sondada pelo PT para uma possível carreira — e, do outro, participantes como Chaiany, que jogam, se posicionam e realmente precisam do prêmio pra mudar de vida. Entre uma e outra, minha escolha é clara.

No fim das contas, o BBB sempre foi um espelho exagerado da sociedade. Quem grita mais nem sempre é quem merece mais. E como bem disse Natan de Sena: “A soberba afasta a razão.” Talvez seja isso que esteja faltando no jogo de Ana Paula. Razão, humildade e, quem sabe, um pouco mais de vontade de pegar na vassoura.



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