Transporte Público em São Paulo: Polêmica e Decisões no Dia das Eleições
No último domingo, dia 25, a coligação Brasil Pronto Pra Mais, que apoia o presidente Lula (PT), fez uma acusação séria contra a Prefeitura de São Paulo. Eles alegaram que a administração municipal estava operando o transporte público com apenas 60% da frota de ônibus durante o segundo turno das eleições presidenciais. Essa situação, segundo eles, poderia dificultar o acesso dos eleitores às urnas.
Na petição que foi enviada à Justiça Eleitoral, estavam figuras conhecidas como Mônica Cristina Bonfim, mais conhecida como Mônica das Pretas (PSOL), Sâmia Bomfim (PSOL) e Luana dos Santos Alves da Silva. A situação se tornou ainda mais tensa quando, no dia anterior, um juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Tiago Ducatti Machado, havia determinado que a cidade deveria disponibilizar 100% da frota de ônibus para a população no dia da votação. Essa decisão se baseou na Resolução TSE 23.751/2026, que exige que o transporte coletivo urbano opere com a mesma frequência dos dias úteis durante as eleições.