Preta Gil se abre em nova autobiografia e compartilha o medo que sentiu de perder parte do corpo durante a cirurgia contra o câncer
Na última quinta-feira, dia 8, Preta Gil comemorou seu 50º aniversário e lançou sua nova autobiografia, intitulada “Os Primeiros 50”. No livro, ela faz uma retrospectiva dos momentos mais marcantes da sua vida e também dos desafios que enfrentou, incluindo o complicado tratamento contra o câncer. Em uma revelação inédita, a cantora compartilha que chegou a enfrentar o risco de precisar amputar uma parte do corpo.
De acordo com informações da revista Quem, Preta dedicou um capítulo inteiro para falar sobre uma das fases mais delicadas do seu tratamento. Durante uma internação em São Paulo, ela contou sobre a cirurgia para a remoção do tumor e revelou que correu o risco de ter o esfíncter, um músculo essencial para o controle da passagem de substâncias no corpo, amputado.
No livro, Preta descreve como lidou com esse medo e ressaltou a gravidade da situação. Apesar da preocupação, ela confiou na avaliação dos médicos, que indicaram que a chance de amputação era pequena: “Nesse processo todo, tentei ser o mais pragmática possível”, contou na sua autobiografia.
“Eu contei meus momentos de emoção e tristeza para mim mesma, quase como se os guardasse. Com a doença e a separação ao mesmo tempo, se eu deixasse tudo transbordar, ia acabar desmoronando. Quando a radioterapia termina, não dá para fazer exames e saber o resultado na hora”, explicou a cantora, diagnosticada em 2023.
Depois, Preta compartilhou as boas notícias: “Descobri que o tumor tinha diminuído para metade do tamanho. Todos os médicos acharam o resultado muito bom, e as chances de precisar amputar o esfíncter na cirurgia eram muito pequenas”, afirmou. Ela relatou que a cirurgia durou mais de 15 horas e acordou com a preocupação de ter perdido o membro.
“Quando voltei a consciência, lembro que estavam lá Flora, Marcello e Malu. Perguntei as horas e eram três da manhã. ‘Como assim? Durou tanto tempo? Amputaram meu esfíncter?’ E eles disseram: ‘Não amputaram, deu tudo certo’. Só depois, quando eu estava completamente acordada, que soube que passei 15 horas na mesa de cirurgia”, contou Preta, aliviada com o resultado positivo da cirurgia, que foi descrita como ‘complexa’.
“Além do tumor, os médicos também retiraram meu útero, ovários e apêndice. O procedimento foi realmente complicado, mas muito bem-sucedido. Meu corpo está livre de células cancerígenas”, celebrou a artista. Agora, com a saúde em recuperação e mais um ano de vida para comemorar, Preta Gil está cheia de motivos para celebrar e um livro cheio de memórias para compartilhar com o mundo.
A autobiografia de Preta Gil, que mistura emoções, desafios e vitórias, promete tocar o coração dos leitores e oferecer uma visão íntima e poderosa da vida da cantora. Ela não só celebra seus 50 anos, mas também compartilha uma história de força e superação que inspira a todos.