Uma história que parecia ser sobre o desaparecimento de uma senhora de 95 anos com Alzheimer acabou tomando um rumo completamente inesperado. A polícia foi chamada pra ajudar a procurar a mulher em Union City, uma cidade de Nova Jersey, nos Estados Unidos. A família dela tava preocupada porque, apesar de ela ter se mudado há dois anos pra um asilo, eles acharam que ela poderia ter voltado pra antiga casa. Só que, durante a busca, os policiais acabaram se deparando com algo totalmente diferente no banheiro da residência: o corpo de um homem em estado de mumificação.
Segundo o relatório policial que foi publicado pelo East Bay Times, a família pediu que os agentes dessem uma olhada na casa antiga da mulher, achando que ela podia ter voltado pra lá. Só que, em vez de encontrá-la, eles deram de cara com um corpo em estado avançado de decomposição no banheiro. Pra ser sincero, eu não sei vocês, mas eu nem consigo imaginar uma situação dessas. Deve ter sido um baita choque pros policiais.
E o sargento Brandon Hayward, que deu uma entrevista pra uma emissora local, até comentou que, por mais bizarro que isso pareça, não é tão raro assim encontrar corpos em banheiros. Ele disse algo do tipo: “Isso acontece mais do que você imagina”. Meio sinistro, né? O corpo, segundo ele, já devia estar ali por semanas, talvez até meses, o que explica o estado avançado de decomposição.
A polícia acredita que o homem tenha morrido de causas naturais, e não suspeitam de crime. Eles tão achando que o cara era um dos dois filhos da mulher desaparecida. Agora, tão esperando os resultados do teste de DNA pra confirmar a identidade do corpo, mas as chances de ser mesmo o filho dela são grandes.
E, como explicou o tenente Sergio Quintero, toda investigação de morte é tratada inicialmente como suspeita de homicídio. Só que, até onde foi apurado, tudo aponta pra uma morte natural. A cena da casa também não ajudava muito a esclarecer as coisas. O lugar tava cheio de lixo, com um cheiro horrível e moscas por todos os lados. Além disso, tinha um outro homem morando na casa, descrito pelos policiais como alguém que parecia ser bem desleixado e que talvez tivesse algum problema de saúde mental.
Esse homem, que também é parente da senhora desaparecida, chegou a recusar a entrada dos policiais na casa. Mas, depois de muita insistência e uma avaliação médica que colocou ele em internação psiquiátrica involuntária, os agentes finalmente conseguiram entrar e fazer a busca. Foi aí que encontraram o corpo no banheiro.
Agora, o mais curioso de tudo é que, no fim das contas, a senhora de 95 anos tava segura, morando perto do asilo onde ela tinha se mudado dois anos atrás. Ou seja, todo o esforço da polícia e da família em procurar por ela acabou levando a uma descoberta completamente diferente, mas que, ao menos, trouxe um encerramento para o caso do filho dela.
Pessoalmente, essas histórias sempre me fazem pensar no quão complicado é lidar com famílias onde uma pessoa mais velha tem Alzheimer. Parece que é uma situação que mexe não só com quem tem a doença, mas também com todos os envolvidos. Eu imagino a dificuldade da família em gerenciar o bem-estar dela e lidar com as coisas ao redor, principalmente quando já existe algum histórico de problemas, como doenças mentais em outros membros da família.
O que é mais impressionante, de toda essa situação, é como a vida às vezes segue seu próprio curso, levando a descobertas que ninguém poderia imaginar. E, no meio disso tudo, pelo menos a senhora foi encontrada em segurança, o que, no fim das contas, é um pequeno alívio nessa história toda.