A Polícia Federal voltou a chamar atenção no noticiário político ao revelar detalhes sobre um episódio meio curioso envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No dia 18 de julho, durante uma operação que culminou na determinação do uso de tornozeleira eletrônica, os agentes encontraram um pen drive no banheiro do quarto do ex-mandatário. Até aí, nada demais, já que pen drive é objeto comum… mas o ponto que intrigou foi o fato de o dispositivo ter grande quantidade de arquivos apagados pouco antes da apreensão.
Apesar disso, o relatório final não considerou o item relevante para as investigações. Segundo os peritos, só uma quantidade pequena de documentos pôde ser restaurada, e nada de realmente comprometedor apareceu. Ou seja: o dispositivo acabou virando quase uma peça secundária, nem sequer foi citado formalmente no indiciamento de Bolsonaro e de seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).