Não foi a primeira vez’: criança que matou 23 animais já tinha histórico

Olha só, o caso que rolou no Paraná com uma criança de 9 anos que matou 23 animais num hospital veterinário mexeu muito com todo mundo. Tipo, como que uma criança faz isso? Não dá pra entender, né? E o mais chocante é que, segundo a dona da fazendinha onde o menino fez esse absurdo, não foi a primeira vez. Ele já tinha um histórico de maus-tratos a animais. Fico pensando, onde tá o problema nisso tudo? Será que é falta de acompanhamento ou alguma questão mais séria?

Quem contou essa história pro pessoal do Metrópoles foi a veterinária Brenda Rocha Almeida Cianciosa, que trabalha na tal fazendinha. Só que ela não deu muitos detalhes sobre outras vezes que o menino fez essas barbaridades. Isso deixa tudo ainda mais misterioso. A gente fica querendo saber mais, né?

Quando perguntaram pro menino o porquê de ele ter feito isso, ele simplesmente não soube responder. O que faz sentido, porque, com essa idade, parece que ele não tem muita noção do que tá fazendo. Aí entra um ponto que a própria veterinária levantou: ela disse que não quer que o garoto seja punido. E isso é algo que dá o que pensar. Eu, particularmente, fico dividido. Porque, de um lado, a gente sente uma revolta gigante. Vinte e três bichinhos, cara! Coelhos, porquinhos-da-índia, todos mortos de uma forma cruel. Mas, do outro lado, é uma criança. Será que punir resolve alguma coisa?

A Brenda falou que, na verdade, o ideal seria as autoridades oferecerem ajuda pro menino. Ela acha que só punir não vai trazer os bichos de volta, o que é verdade. Mas e o trauma das pessoas envolvidas? Como fica? Os funcionários da fazendinha, as famílias que perderam seus animais de estimação, todo mundo tá sofrendo. De qualquer forma, a Polícia Civil do Paraná foi atrás da família do menino, e aí vem outra surpresa: ele vive com a avó, e até então, não tinha nenhum histórico de violência. Isso complica mais ainda as coisas, porque foge daquele estereótipo de que “a família é problemática, então a criança vai ser problemática também”. A história, na real, parece muito mais complexa.

Agora, o que mais me pegou de surpresa foi o detalhe de como tudo aconteceu. A criança passou 40 minutos fazendo isso, e foi tudo gravado pelas câmeras de segurança. Tipo, é tempo demais pra ninguém ter notado, né? Isso também levanta questões sobre segurança e monitoramento nesses locais. Como ninguém viu antes? Eu já fui em fazendinha, e geralmente tem sempre alguém por perto, mas nesse caso parece que ele ficou sozinho por muito tempo.

E quando ele foi confrontado, no começo, ele tentou culpar o cachorro, dizendo que foi o animal que atacou os outros bichos. Aí depois ele acabou confessando. Isso mostra que, de algum jeito, ele sabia que o que tinha feito era errado, mas tentou fugir da responsabilidade. É triste, porque a gente não sabe o que leva uma criança a chegar nesse ponto.

Por fim, um boletim de ocorrência foi registrado, e o Conselho Tutelar foi chamado. Agora, a questão é o que vai ser feito com esse menino. Ele vai receber acompanhamento psicológico? A família vai ser mais monitorada? Isso ninguém sabe. Mas uma coisa é certa: esse caso não vai ser esquecido tão cedo, e espero que sirva de alerta pra muita coisa que tá errada por aí. Não dá pra ficar só reagindo depois que o pior acontece, tem que agir antes.

Essa história toda me fez lembrar de uns casos parecidos que rolaram em outras partes do mundo, e sempre fica aquela sensação de impotência. Tipo, a gente tenta entender, mas no final das contas, só resta a tristeza.



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