Um caso curioso, no mínimo intrigante, vem chamando atenção dentro e fora do Reino Unido. Billy Campbell, um garotinho de apenas 6 anos, filho do apresentador britânico David Campbell, passou a virar assunto depois que o pai contou publicamente que o menino afirma ser a reencarnação de Princesa Diana. Sim, você leu certo.
O relato foi publicado na Stellar Magazine e rapidamente ganhou repercussão, principalmente nas redes sociais — onde, convenhamos, tudo vira debate em questão de minutos. Segundo David, tudo começou quando Billy tinha apenas 2 anos. Ao ver um cartão com a imagem de Diana, ele teria apontado e dito com naturalidade: “Olha! Sou eu quando eu era uma princesa”. Na época, os pais acharam graça. Criança fala tanta coisa, né? Mas o detalhe é que as falas não pararam por aí.
Com o passar do tempo, Billy começou a mencionar castelos, viagens e até visitas à Escócia. Em um determinado momento, ao ver imagens de residências reais, ele identificou o Castelo de Balmoral — propriedade tradicional da família real — e disse que frequentava o local quando “era Diana”. O menino ainda descreveu o castelo como tendo “unicórnios nele”. Pode parecer imaginação fértil, e talvez seja mesmo, mas a riqueza de detalhes deixou os pais, no mínimo, pensativos.
O mais curioso é que, segundo o pai, ninguém em casa ficava falando constantemente sobre a vida da princesa. Não era um assunto recorrente. Ainda assim, Billy demonstrava uma familiaridade que surpreendia. Em outra ocasião, ao ver uma foto de Diana, ele comentou: “Lá estou eu como uma princesa. Então um dia as sereias vieram e eu não era mais uma princesa”. A frase é quase poética, embora confusa. Alguns interpretaram como uma referência simbólica à morte trágica de Diana, em 1997, um episódio que até hoje mexe com o imaginário popular.
E não parou por aí. Quando viu imagens dos príncipes Príncipe William e Príncipe Harry, Billy teria se referido a eles como “meus meninos” e “meus filhos”. É aquele tipo de situação que faz qualquer pai ficar sem reação. David contou que, em certos momentos, preferiu mudar de assunto para não incentivar ainda mais a narrativa.
Um dos pontos que mais chamou atenção foi quando o garoto disse que tinha um irmão chamado John. Intrigados, os pais resolveram pesquisar. E de fato, descobriram que Diana teve um irmão chamado John, que morreu pouco depois de nascer, antes mesmo dela vir ao mundo. É uma informação que não costuma aparecer nas manchetes ou nos documentários mais populares. Coincidência? Talvez. Mas é o tipo de detalhe que alimenta teorias e discussões.
Claro que especialistas costumam explicar casos assim como fruto da imaginação infantil. Crianças nessa idade misturam fantasia com realidade o tempo todo. Quem nunca inventou histórias mirabolantes na infância? Ainda mais em tempos de internet, onde imagens e informações circulam com facilidade absurda. Mesmo assim, o caso dividiu opiniões. Tem quem veja como algo espiritual, outros tratam como pura criatividade.
O próprio David Campbell já afirmou que não tira conclusões precipitadas. Ele relata os episódios com certa leveza, sem afirmar categoricamente nada. Parece mais um pai intrigado tentando entender o universo do próprio filho. E, sejamos sinceros, ser pai ou mãe é conviver diariamente com surpresas que desafiam qualquer lógica.
A história de Billy acabou reacendendo o fascínio eterno que o público tem por Diana. Décadas após sua morte, a princesa segue sendo assunto, inspiração, memória viva. Seja por admiração, saudade ou mistério, o nome dela continua atravessando gerações — até mesmo através das falas inesperadas de uma criança de 6 anos. Coincidência ou algo além? Cada um tira sua própria conclusão.