O senador Magno Malta (PL-ES) passou por um susto daqueles na manhã desta quinta-feira (30), em Brasília. Ele precisou ser levado às pressas para o Hospital DF Star depois de sentir um mal-estar repentino. De acordo com a equipe dele, o episódio foi causado por uma queda de pressão, algo que acabou exigindo atendimento médico imediato. Foi tudo muito rápido, segundo relatos de bastidores.
Mesmo ainda no hospital, Malta não deixou de se manifestar. Gravou um vídeo ali mesmo, visivelmente abatido, mas tentando manter a tranquilidade pra falar com quem acompanha ele nas redes. Disse que o problema aconteceu enquanto ele concedia uma entrevista, o que deixou a situação ainda mais tensa. “Eu fiquei tonto e apaguei”, contou, sem rodeios.
Na gravação, ele explica que já passou por exames importantes, inclusive uma tomografia, e que, apesar do susto, está bem. Ainda assim, deu pra perceber que ele ficou incomodado por não estar presente no Plenário num dia que, segundo ele, era decisivo. “Queria estar lá, hoje é um dia importante, tem a ver com justiça, com a liberdade do nosso povo”, afirmou, meio emocionado.
Um ponto que chamou atenção foi a forma como ele interpretou o ocorrido. Malta disse acreditar que o episódio faz parte de uma espécie de “luta espiritual”. Não é a primeira vez que ele usa esse tipo de linguagem, inclusive ele mesmo mencionou que já teria sofrido situações parecidas antes, dentro do próprio Senado. Pra ele, existe algo além do físico acontecendo.
“Há muitos ataques”, disse, pedindo orações aos seguidores. Esse tipo de declaração divide opiniões, claro. Tem quem apoie, quem critique… mas fato é que ele mantém esse discurso com bastante convicção. E dessa vez não foi diferente.
Enquanto isso, a assessoria do senador tentou acalmar os ânimos. Informou que ele está em observação, com quadro estável e sem sinais de algo mais grave. Ou seja, pelo menos até agora, nada indica complicações maiores. Ainda assim, ele deve permanecer sob cuidados médicos por mais algumas horas, talvez até o fim do dia, dependendo da avaliação dos médicos.
Nos corredores de Brasília, muita gente comentou o desgaste recente do parlamentar. E não é pra menos. Nos últimos dias, a agenda dele foi puxada, cheia de compromissos importantes e discussões intensas no Congresso Nacional. Aquela rotina pesada que todo mundo já sabe como funciona por lá… pouca pausa, muita pressão.
Malta esteve bastante envolvido, por exemplo, na sabatina de Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula ao STF. A votação acabou dando o que falar: foram 42 votos contrários e 34 favoráveis, resultando na rejeição do nome — um episódio raro e que mexeu bastante com o clima político da semana. Esse tipo de situação desgasta qualquer um, ainda mais quem participa ativamente dos debates.
Além disso, o senador também se envolveu nas articulações sobre o chamado PL da Dosimetria, que está sendo analisado junto ao veto presidencial nesta quinta-feira. Ou seja, era um daqueles dias cheios, tensos, com muita coisa em jogo ao mesmo tempo.
Talvez tudo isso tenha contribuído pro episódio de hoje. Não dá pra afirmar com certeza, mas o corpo costuma dar sinais quando o limite chega, né? Mesmo políticos experientes acabam sentindo.
Agora, fica a expectativa pela recuperação completa dele e pelo retorno às atividades. Nos bastidores, aliados dizem que ele deve voltar em breve, mas com um pouco mais de cautela. Afinal, saúde não é coisa pra deixar de lado, mesmo em meio a tanta pressão política.
No fim das contas, foi um susto grande, daqueles que fazem parar e pensar um pouco. E, pelo jeito, essa pausa forçada veio justamente num dos dias mais intensos da semana em Brasília. Coincidência ou não… fica a reflexão.