Homem que participou de quadro do Domingão desabafa e Luciano Huck não se cala: ‘fala o que você quiser’

No último domingo (3), o casal Givanildo e Isabela, que são moradores lá de Nossa Senhora do Socorro, em Sergipe, participaram do quadro The Wall no Domingão com Huck. Eles resolveram se inscrever no programa da Globo pra tentar levantar uma grana pra ajudar no projeto social deles, que se chama Pescando Memórias. A ideia desse projeto é super legal, é tipo resgatar as tradições da região, engajando a galera da comunidade e ajudando a manter viva a identidade cultural local.

Durante o programa, Givanildo e Isabela trocaram uma ideia com o Luciano Huck, explicando direitinho qual é a pegada do projeto e todas as dificuldades que eles têm enfrentado pra continuar tocando a iniciativa. Dá pra ver que é um trabalho feito com o coração mesmo, mas, como muita coisa nesse país, sem apoio financeiro fica difícil, né?

Casal ganhou mais de R$ 300 mil no programa!

Bom, quando o Luciano Huck perguntou quanto de dinheiro eles estavam precisando, Isabela falou que, no mínimo, uns R$ 150 mil já ia ajudar bastante. Eles queriam usar esse dinheiro pra finalmente ter uma sede pro projeto e comprar um carro pra facilitar o transporte das crianças e do pessoal da comunidade. Mas aí, na dinâmica do programa, as coisas tomaram um rumo melhor do que eles imaginavam.

Quem ficou responsável por lançar as bolas na parede foi o Givanildo, enquanto a Isabela tava lá dentro da cabine, respondendo aquelas perguntas de conhecimentos gerais. E assim, né, cada pergunta que ela acertava e a posição das bolas lá na parede iam aumentando o valor que eles iam ganhar. A tensão ali foi alta, o coração na boca, mas no final deu tudo certo. E, cara, foi uma surpresa pra todo mundo quando eles conseguiram acumular R$ 364.489! Bem mais do que eles esperavam, com certeza. Isso aí vai dar um gás enorme pro projeto deles.

Givanildo fez um desabafo no palco

Depois de toda essa emoção, o Givanildo aproveitou a oportunidade pra falar umas verdades ali no palco. O Luciano Huck até disse: “Fala o que você quiser”, e ele não perdeu tempo. O Givanildo mandou a real, dizendo que o custo de um presidiário pro estado de Sergipe é de R$ 2,3 mil por mês, enquanto que no projeto social deles, cada criança custa só R$ 2,4 mil por ano. Dá pra pensar um pouco, né? Enquanto o governo gasta horrores pra manter presos, projetos sociais como o deles, que ajudam a educar e dar oportunidades pra molecada, ficam lutando pra sobreviver.

A fala dele deu aquela cutucada na consciência, né? Porque é triste ver que, muitas vezes, falta investimento em iniciativas que realmente fazem a diferença pra comunidade. Se tivesse mais projetos como o Pescando Memórias por aí, com certeza a situação de muitos jovens seria diferente. E agora, com esse prêmio que eles conseguiram no programa, quem sabe não é um novo começo pra eles conseguirem ajudar ainda mais crianças?

Givanildo e Isabela tão aí pra mostrar que, mesmo com todas as dificuldades, dá pra fazer a diferença quando se tem dedicação e amor pelo que faz. Agora, com essa grana, eles vão poder investir no que é necessário pro projeto crescer e impactar ainda mais gente. É inspirador ver histórias assim, né? E fica a torcida pra que eles consigam continuar esse trabalho bonito que já tão fazendo.

No fim das contas, o que fica é aquela sensação boa de ver gente que realmente merece sendo reconhecida e conseguindo uma chance de mudar suas vidas e a de outros ao redor. E quem sabe essa vitória no The Wall não abre portas pra mais apoio ao projeto deles, né? Porque, cá pra nós, é disso que o Brasil precisa: gente empenhada em fazer o bem e transformar vidas.



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