Na última terça-feira (30), durante o Conversa com Bial, a Flávia Soares deu uma notícia meio inusitada sobre o que fez com as cinzas do ex-marido, o famoso apresentador Jô Soares: ela transformou as cinzas dele em um diamante! Sim, isso mesmo. A mágica rolou lá na Holanda.
Segundo ela, foi uma amiga quem deu a ideia e ajudou a fazer a transformação. Aliás, essa amiga é a mesma que apresentou o casal lá nos anos 90. E não é só isso, ela também guardou uma parte das cinzas para espalhar em lugares especiais.
“Distribuí em alguns lugares que eram importantes pra gente e essa amiga, que nos apresentou, contou que o pai dela morreu, e ela mora na Holanda. Lá, eles transformam cinzas em diamante. E eu fiz isso”, contou Flávia.
Atualmente, a pedra preciosa está guardadinha em um lugar seguro. A Flávia ainda está decidindo o que fazer com ela, mas tem um plano: transformar o diamante em um amuleto utilizado no candomblé. “Está em um cofre, guardado. Eu não sei o que fazer ainda, mas quero fazer um patuá”, disse ela.
Além disso, ela relembrou os últimos momentos do Jô Soares, que faleceu em 2022. “No hospital tinha um canal de filmes antigos, luz baixinha, eu falando tudo o que eu tinha pra falar pra ele. É difícil dizer que foi bonito”, completou emocionada.

Mágoa:
Agora, uma outra história que rolou foi do humorista Fabio Porchat. Ele se emocionou ao lembrar de uma mágoa antiga com o Jô Soares. Isso aconteceu quando ele tinha 20 anos e foi entrevistado pela primeira vez no Programa do Jô.
O Porchat, que sempre foi fã do Jô, foi ao programa pra promover uma peça de teatro que estava em cartaz no Rio de Janeiro. “E aí, começa uma das relações mais difíceis da minha vida, com o Jô. Foram 10 minutos em que o Jô só me dava porrada. Eu falei: ‘Nunca mais vou voltar nesse programa. Para ser maltratado, não quero. Não vou'”, desabafou ele no documentário Um Beijo do Gordo, do Globoplay.
Essas histórias mostram como as relações e as lembranças das pessoas podem ser complexas e cheias de emoções. De um lado, temos a Flávia que encontrou uma forma única e simbólica de homenagear o Jô, e do outro, o Porchat que teve uma experiência dolorosa mas marcante com ele. A vida é mesmo cheia de surpresas e reviravoltas, né?
Falando nisso, você já imaginou transformar as cinzas de alguém querido em um diamante? Parece coisa de filme de ficção científica, mas é real e está acontecendo agora. O que é legal dessas histórias é que elas mostram como as pessoas encontram maneiras diferentes de lidar com a perda e manter a memória dos entes queridos viva.
Bom, e como estamos no Brasil, onde a criatividade e a emoção estão sempre à flor da pele, essas histórias ganham ainda mais cor e vida. A gente sempre encontra um jeito de transformar o comum em extraordinário, seja na dor ou na alegria.
E você, o que acha dessas histórias? Já passou por algo parecido? A vida, às vezes, nos surpreende com situações que a gente nem imaginava, e é isso que a torna tão fascinante e cheia de histórias para contar.