O acidente vascular cerebral, mais conhecido como AVC, é daquelas urgências médicas que não dão aviso prévio. Ele acontece quando o sangue para de chegar em uma parte do cérebro ou quando ocorre um sangramento ali dentro, bagunçando tudo em questão de segundos. Parece exagero, mas não é: as células cerebrais começam a sofrer quase que imediatamente por falta de oxigênio. Daí pra gerar sequelas sérias — ou até algo pior — é um pulo. Por isso, identificar rápido e correr pro atendimento faz toda a diferença, literalmente entre falar e não falar, entre caminhar e não caminhar.
Pra ajudar nessa identificação, o Ministério da Saúde e a SBAVC usam duas “ferramentas” simples: o protocolo internacional FAST, que muita gente já viu em filmes americanos, e a versão mais brasileira e fácil de lembrar, a sigla SAMU. A ideia das duas é a mesma: mostrar que os sinais do AVC aparecem de repente, do nada, em alguém que estava normal até dois minutos antes.