Eduardo nega recebimento de fundo e diz que cedeu apenas direitos de imagem

Eduardo Bolsonaro Defende-se de Acusações sobre Investimentos em Filme

Nesta quinta-feira, 14 de setembro, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro utilizou suas redes sociais para refutar de maneira contundente as alegações de que teria recebido dinheiro de um fundo de investimento destinado à produção do filme ‘Dark Horse’, uma cinebiografia que retrata a vida de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em sua postagem, Eduardo descreveu as afirmações como toscas e sem fundamento. Ele enfatizou que não ocupou qualquer função de gestão ou emprego no fundo, limitando-se a ceder seus direitos de imagem.

O Contexto das Acusações

Essas declarações de Eduardo surgem em meio a uma investigação da Polícia Federal que está averiguando se os recursos solicitados pelo senador Flávio Bolsonaro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro foram utilizados para cobrir despesas de Eduardo enquanto estava nos Estados Unidos. O ex-deputado, ao se manifestar, revelou que seu status imigratório o impossibilitaria de receber tais valores. Ele também mencionou que teve que justificar a origem dos seus recursos para as autoridades americanas, o que, segundo ele, ocorreu sem problemas.

Esclarecimentos sobre o Advogado e o Fundo

Eduardo ainda abordou a questão de seu advogado, que é também o gestor do fundo associado ao filme. Ele destacou a vasta experiência do profissional, que possui mais de 40 anos de atuação, incluindo mestrado e doutorado, e que seu escritório tem atuado com gestão patrimonial e em fundos de investimento por mais de uma década. “O advogado não é apenas um mero escritório de migração, mas sim um especialista em gestão”, afirmou.

Suspeitas da Polícia Federal

A investigação da Polícia Federal se intensificou após a produtora do filme ter negado receber recursos do Banco Master, o que contrasta com a transferência de 2 milhões de dólares para o Havengate Development Fund LP, um fundo com sede no Texas. Eduardo argumentou que os investimentos foram realizados nos Estados Unidos, já que a produção do filme é americana e que muitos investidores brasileiros se mostraram cautelosos em relação ao projeto por medo de perseguições políticas. “Devido ao estado de exceção, ninguém se arriscaria a investir em um filme do Bolsonaro no Brasil”, afirmou ele.

Nota de Esclarecimento

  1. Eduardo reiterou que a história de ter recebido dinheiro do fundo é infundada e que seu status migratório não permitiria tal recebimento. Ele se disse tranquilo quanto à sua situação, uma vez que explicou a origem de seus recursos às autoridades americanas sem enfrentar qualquer complicação.
  2. Ele também ressaltou que o advogado mencionado não é um simples funcionário, mas sim um expert em sua área com um histórico respeitável.
  3. Eduardo esclareceu que os investidores são os verdadeiros donos do filme, e que seu papel é apenas o de facilitar a gestão burocrática e financeira.
  4. O ex-deputado defendeu a legitimidade do filme, afirmando que ele não é uma farsa, mas sim uma produção real com grandes estrelas.
  5. Por fim, ele destacou que todos os investimentos foram feitos nos EUA devido à segurança jurídica e à natureza da produção.

Reflexões Finais

Eduardo Bolsonaro concluiu suas declarações ao afirmar que as acusações são apenas uma tentativa de destruir sua reputação. Ele argumenta que, em um momento em que sua família estava sob intensa pressão e perseguição, não haveria qualquer interesse em realizar ações ilícitas. “O que vocês tentam sugerir é uma tentativa tosca de associar ilicitude a um filme que, na verdade, busca contar uma história real”, finalizou.



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