Desembargador do TJSP esteve em apartamento onde PM foi achada morta

A Trágica Morte da Policial Gisele Alves Santana

No dia 18 de fevereiro, um evento trágico ocorreu no coração da cidade de São Paulo, quando a policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta em seu apartamento. O inquérito policial que investiga essa morte levantou questões graves e intrigantes, especialmente sobre a presença do desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo), no local do crime.

A Chegada ao Local

Conforme os documentos do inquérito, Cogan foi chamado pelo marido de Gisele, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. O desembargador, que é amigo pessoal do oficial, atendeu ao pedido e foi ao apartamento onde a policial foi encontrada. Ao chegar, ele entrou no imóvel junto com o tenente-coronel e, ao que parece, se depararam com uma cena horrível: Gisele estava caída no chão, com um ferimento significativo na cabeça e segurando uma arma de fogo. Em um momento de desespero, o tenente-coronel Neto imediatamente acionou os serviços de emergência e a Polícia Militar, além de contatar seu amigo, o desembargador.

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