A Copa do Mundo de 2026 começa oficialmente nesta quinta-feira (11) e já entra para a história antes mesmo da bola rolar. A partida de abertura acontece no tradicional Estádio Azteca, no México, palco de momentos marcantes do futebol mundial. O confronto entre a seleção mexicana e a África do Sul dará início a uma maratona de 104 partidas, número nunca visto em uma edição do torneio.
Desta vez, o Mundial será realizado de forma conjunta por três países: Estados Unidos, México e Canadá. A competição chega cercada de expectativas, principalmente por causa do novo formato adotado pela Fifa. Pela primeira vez, 48 seleções estarão na disputa pelo troféu mais cobiçado do futebol. É uma mudança significativa que amplia as chances de participação de países que raramente conseguiam uma vaga nas edições anteriores.
Quando a Copa do Mundo foi criada, em 1930, apenas 13 equipes participaram do torneio disputado no Uruguai. Ao longo das décadas, o campeonato cresceu gradualmente. Entre 1998 e 2022, por exemplo, o número ficou fixado em 32 seleções. Agora, com 48 representantes, a competição alcança um novo patamar e se torna ainda mais atrativa tanto para torcedores quanto para patrocinadores.
Além do aumento de participantes, outro ponto que chama atenção é a premiação recorde distribuída pela Fifa. Os valores anunciados para esta edição são os maiores da história do torneio. Somente por garantir presença na competição, cada seleção receberá 10 milhões de dólares, algo em torno de R$ 51,4 milhões na cotação atual. Também será pago um adicional de 1,5 milhão de dólares, cerca de R$ 7,7 milhões, destinado a cobrir despesas operacionais, logística e preparação das delegações.
Conforme as equipes avançarem de fase, os valores recebidos também aumentam. As seleções que chegarem até as quartas de final terão direito a um acréscimo de aproximadamente 4 milhões de dólares, o que representa mais de R$ 20 milhões. A partir das semifinais, a divisão da premiação passa a seguir a colocação final de cada país.
O grande campeão da Copa de 2026 vai receber impressionantes 50 milhões de dólares, valor que ultrapassa R$ 257 milhões. Já o vice-campeão ficará com 33 milhões de dólares. As seleções que terminarem em terceiro e quarto lugares também receberão quantias bastante expressivas, reforçando o peso financeiro que o torneio ganhou nos últimos anos.
Para se ter uma ideia do crescimento, o prêmio destinado ao campeão será cerca de 19% maior do que o pago na Copa do Catar, em 2022. Naquela ocasião, a Argentina conquistou o título mundial liderada por Lionel Messi e faturou aproximadamente 42 milhões de dólares. O valor já era considerado elevado na época, mas agora foi superado de forma significativa.
Confira a distribuição da premiação da Copa do Mundo de 2026:
• Campeão: 50 milhões de dólares (cerca de R$ 257 milhões);
• Vice-campeão: 33 milhões de dólares (aproximadamente R$ 169,6 milhões);
• Terceiro colocado: 29 milhões de dólares (R$ 149 milhões);
• Quarto colocado: 27 milhões de dólares (R$ 138,7 milhões);
• Eliminados nas quartas de final: 19 milhões de dólares (R$ 97,6 milhões);
• Eliminados nas oitavas de final: 15 milhões de dólares (R$ 77,1 milhões);
• Eliminados na segunda fase: 11 milhões de dólares (R$ 56,5 milhões);
• Participação no torneio: 9 milhões de dólares, além do bônus operacional de 1,5 milhão de dólares.