No último dia 18, a notícia do sequestro de Marcelinho Carioca causou grande comoção nas redes sociais. O ex-jogador de futebol foi coagido a um vídeo em que admitia ter se envolvido com uma mulher casada, supostamente desencadeando o sequestro. Contudo, o caso tomou um rumo inusitado quando o funkeiro Poze do Rodo se manifestou nas redes sociais em defesa do sequestrador, gerando surpresa e polêmica.
Após assistir o vídeo em que o homem obrigou o ex-jogador de futebol a dizer que foi sequestrado por supostamente ter se envolvido com a mulher casada que estava com ele no cativeiro, o cantor disse: “Essa moda tem que pegar! Mulheres dos outros não pode olhar, mexer, tocar. Lei da selva”, iniciou o funkeiro.
“Apanhou foi pouco. Fala merda na televisão o tempo inteiro. Não entende nada de futebol e quis pegar mulher casada. Marido trabalhando pra família pra por o pão em casa e a mulher fazendo uma covardia dessa. Pegou no ato. Tem que, pelo menos, pegar um carvão mesmo”, concluiu Poze do Rodo, que excluiu a publicação pouco tempo depois.
Embora o vídeo mostra o craque confirmando sobre o possível caso com a mulher casada , o ” Pé de Anjo” desmentiu veementemente ter se relacionado com a moça: “E por falar nisso, me perguntaram: ‘e aquele vídeo que você fez dizendo, né, que descobriu depois que a mulher casada e que o marido dela foi atrás de você pra te sequestrar?’. Gente, se você está com revólver apontado na sua cabeça e você é coagido a fazer um vídeo daquele, não tem como. Você vai pensar na sua vida. Eu fui obrigado a fazer aquele vídeo. Só que não colou, não cola, porque eu fui no show da Neoquímica Arena, com um casal de amigos, somente nós três, e saí de lá sozinho”, detalhou Marcelinho.
“Fui encontrar os amigos e a Thaís em Itaquá para poder entregar os ingressos do show de domingo, onde eu não poderia estar presente. E eles iriam. Só que aconteceu toda essa fatalidade, esse desespero, esse sequestro-relâmpago, duas três ruas acima, aquele baile funk, o fluxo, passando várias pessoas. Quando saí para cumprimentar todo mundo, já vieram três armados, desesperados, já colocando pessoas dentro do carro. Uma terceira pessoa quase entrando, saiu, mas aí tudo que aconteceu dentro do cativeiro, desesperador”, disse o ex-camisa 7 do time do Corinthians.
Para encerrar, Marcelinho ainda fez um alerta sobre as notícias falsas: “Mas Deus deu a segunda oportunidade para gente e o mais importante que eu estou aqui ao lado dos meus filhos, mais importante é que a Taís está lá na casa dela, com família dela também. Obrigado pelas orações, pela torcida, por todo o carinho. E o papel do jornalista é apurar os fatos antes de falar muitas falácias na internet. Eu estou falando aqui o que aconteceu, exatamente isso. Um beijo, gente. Muito obrigado pelo carinho. Estou de volta em casa. Um beijo”, concluiu.
O caso de Marcelinho Carioca evidencia a necessidade de cautela ao abordar situações delicadas e ressalta a importância da apuração jornalística para evitar a propagação de notícias falsas.