Antes de partir; enfermeira expõe fenômeno que acontece com muitos pacientes em estado terminal: ‘A coisa mais maluca’

Uma enfermeira chamada Julie McFadden, que trabalha numa clínica de cuidados paliativos, tem usado bastante as redes sociais pra falar sobre o trabalho dela e explicar um pouco mais sobre os fenômenos que ela vê com os pacientes que estão na reta final. Ela também desmente algumas coisas que as pessoas costumam acreditar sobre esse momento, sabe? Então, ela meio que usa a experiência dela pra tentar trazer uma visão mais real e, quem sabe, até confortar quem tá passando por isso com algum parente ou amigo.

Num desses vídeos que ela postou, ela falou sobre o que acontece com os pacientes que tão em estado terminal, já perto de falecer. Ela abordou uma coisa que ela chama de “visão” e disse que, apesar de ser algo meio misterioso, acaba sendo reconfortante pra quem perdeu alguém querido, principalmente pra família que tá ali acompanhando de perto. É aquele tipo de informação que a gente fica meio intrigado, mas que, de certo modo, dá uma sensação de alívio pra alguns.

Julie explicou que, na maioria das vezes, quando a pessoa tá perto de partir, ela começa a ver familiares, amigos e até bichinhos de estimação que já se foram. É uma situação meio esquisita de entender, mas parece que é muito comum entre os pacientes terminais. “A coisa mais maluca que vemos nas clínicas é que a maioria das pessoas começam a ver parentes mortos, amigos mortos, animais de estimação mortos, antes de falecerem”, ela contou no vídeo. E, assim, isso é algo que acontece com tanta frequência que os profissionais de lá já estão super acostumados, tanto que já sabem até como lidar com essas situações.

Ela também comentou que essas “visões” podem começar até um mês antes da pessoa realmente falecer. Mas, apesar de ser um fenômeno bem comum, Julie disse que não sabe o motivo exato pra isso acontecer. Ninguém tem uma explicação concreta, sabe? É aquele tipo de coisa que fica meio no ar. Pode ser algo espiritual, pode ser algo do próprio cérebro da pessoa tentando lidar com a situação, enfim, são várias possibilidades. Ela mesmo deixou claro que não tem como afirmar com certeza.

O que Julie tenta fazer é passar isso de uma forma que ajude as pessoas a entenderem melhor e a não ficarem tão assustadas quando acontece. Ela contou que, no lugar onde trabalha, os funcionários já são treinados pra lidar com essas visões e, principalmente, pra preparar as famílias pra isso. Quando percebem que o paciente começou a ter essas visões, eles avisam os familiares que pode ser um sinal de que a pessoa tá perto de partir. É um jeito de preparar o terreno pra que a despedida seja um pouco menos dolorosa, por mais difícil que isso seja.

Inclusive, a enfermeira comentou que, muitas vezes, os pacientes ficam até mais calmos depois que começam a ver esses entes queridos. Eles se sentem confortados, como se não fossem fazer essa passagem sozinhos, sabe? É como se essas figuras familiares estivessem ali pra acolher e guiar a pessoa, então, isso acaba sendo um ponto positivo no meio de um momento tão difícil. Julie falou que, ao longo dos anos trabalhando nesse tipo de clínica, ela já viu muitos casos assim, e isso ajuda a entender que, por mais triste que seja, é algo natural do processo de despedida.

Pra muita gente que vê os vídeos dela, isso traz um pouco de conforto, porque é como se houvesse um sinal de que o ente querido não tá sozinho nesse momento. As pessoas se sentem mais tranquilas em saber que a pessoa amada, de certa forma, tem uma companhia que já foi importante pra ela em vida. Por outro lado, tem quem ainda fique meio cético e ache que isso é só coisa da cabeça do paciente. Mas, independente do que é verdade ou não, Julie insiste que o importante é o efeito positivo que isso traz pras famílias e pros próprios pacientes.

A enfermeira continua compartilhando suas experiências nas redes, tentando mostrar um lado mais humano desse momento tão delicado. No final das contas, ela acredita que cada história e cada visão que ela presencia são formas de trazer um pouco de paz pra quem tá passando por essa fase. Afinal, perder alguém é sempre difícil, mas entender que, de alguma forma, essa pessoa não tá sozinha pode ajudar a suavizar um pouco essa dor.



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