A morte de Brenda Larissa Maia, de 32 anos, após passar pela UPA de Justinópolis, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, gerou forte comoção nas redes sociais e levantou uma série de questionamentos sobre o atendimento recebido pela paciente nas horas que antecederam sua morte.
Moradora de Belo Horizonte, Brenda convivia com problemas de saúde já conhecidos pela família. Ela tinha diagnóstico de fibromialgia e também sofria de uma cardiopatia. Além disso, deixa uma filha de apenas 5 anos, diagnosticada com autismo, o que tornou a tragédia ainda mais dolorosa para parentes e amigos.