A morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada sem vida dentro do apartamento onde morava no Brás, região central de São Paulo, continua levantando perguntas que até agora parecem sem resposta. O caso, que no começo foi tratado como suicídio, passou a ser investigado como morte suspeita — e isso mudou completamente o clima em torno da história.
Uma amiga próxima da policial, que se identificou como Cinthia, contou que já temia pelo pior. Segundo ela, o relacionamento de Gisele com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, era conturbado há tempos. “Eu falava pra ela que um dia a gente ia receber a notícia da morte dela”, disse, em tom de desabafo. É forte ouvir isso, mas foi o que ela relatou.