A morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, caiu como uma bomba entre amigos, familiares e colegas de farda. Ela foi encontrada sem vida dentro do apartamento onde morava, no bairro do Brás, região central de São Paulo, na última quarta-feira (18/2). Um disparo na cabeça. A arma, segundo informações iniciais, pertence ao marido.
Gisele tinha acabado de conquistar uma promoção para atuar no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Era um passo importante na carreira, algo que ela vinha buscando fazia tempo. Amigos dizem que ela estava feliz, animada com o aumento de salário e com a possibilidade de dar uma vida melhor para a filha pequena. Trabalhava desde os 17 anos, quando começou como caixa de supermercado na zona leste da capital. Sempre foi do Jardim Romano, bairro simples, de gente batalhadora. Aliás, quem conhece a região sabe que nada vem fácil.