CPMI do INSS tem requerimentos de quebras de sigilo de Flávio e Lulinha

Desdobramentos da CPMI do INSS: Quebra de Sigilos e Convocações em Foco

Na última terça-feira, dia 3, a CPMI do INSS foi palco de novas movimentações que têm chamado a atenção da opinião pública e da classe política. Requerimentos que pedem a quebra de sigilo bancário e fiscal de figuras proeminentes, como Flávio Bolsonaro, senador pelo PL do Rio de Janeiro, e Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, foram apresentados. Esses pedidos, curiosamente, vieram de parlamentares de lados opostos do espectro político. O deputado Rogério Correia, do PT de Minas Gerais, protocolou a solicitação contra Flávio e seu escritório de advocacia, e, por outro lado, o deputado Evair Vieira de Melo, do PP do Espírito Santo, requisitou ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) a entrega de Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) e quebra de sigilo de Lulinha entre janeiro de 2022 e janeiro de 2026.

Contexto dos Requerimentos

O requerimento feito pelo deputado Rogério Correia se refere ao período de 1º de janeiro de 2019 até 2 de fevereiro de 2026. O parlamentar alega que a administradora do escritório de Flávio, Letícia Caetano dos Reis, é irmã de Alexandre Caetano dos Reis, que é sócio em uma empresa que está sob investigação. Essa conexão, segundo Correia, levanta a necessidade de se quebrar os sigilos bancário, fiscal e de RIF de Flávio para investigar possíveis movimentações financeiras consideradas atípicas.

Recomendamos