“A mãe é quentona”: vendedora de doces é condenada por roubar iraquiano

Jovem é condenada a mais de 10 anos de prisão por roubo a militar iraquiano em São Paulo

A história de Iasmin Tomaz Discher, uma jovem condenada pela Justiça de São Paulo, é um relato que mistura drama, crime e uma pitada de ironia. Iasmin foi sentenciada a dez anos e oito meses de prisão em regime fechado por roubar e extorquir um militar iraquiano, identificado como Ameer Sedeeq Mustafa. O crime ocorreu em junho deste ano, em um dia que deveria ser festivo, já que acontecia a Parada LGBTQIA+ em São Paulo, mas que para a vítima se transformou em um pesadelo.

Como tudo começou

Iasmin e Ameer se encontraram na Avenida Paulista, onde a jovem se aproximou dele, dizendo que vendia brigadeiros. Ameer, que tinha dificuldades com o português, precisou recorrer a um aplicativo de tradução para conseguir se comunicar com Iasmin. Após uma breve conversa, ele concordou em sair para um jantar com ela, sem imaginar que se tornaria uma vítima de um crime violento.

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