O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a dizer, em tom bem-humorado e direto, que prefere ficar por aqui — na Terra — a “ir para o céu”. Vale ressaltar que a fala aconteceu durante um evento sobre redução do desmatamento e combate a incêndios florestais, quando o chefe do Executivo afirmou querer viver 120 anos para continuar ajudando “a construir esse mundo”. Ele chegou a brincar que, se alguém quiser o lugar dele no céu, está liberando a vaga.
A imagem que ficou foi a de um político confortável na própria fala: mistura de piada, reflexão e apelo prático. Lula não só falou da sua vontade de “ficar mais tempo” — repetindo uma colocação anterior feita em eventos como o Fórum Brasil–França — como aproveitou para desenhar, com exemplos concretos, o tipo de ação que enxerga necessária para proteger a Amazônia: drones para monitoramento, barcos e caminhões para logística, e apoio técnico e financeiro aos municípios e às comunidades locais. Ou seja: preservação acompanhada de integração econômica e infraestrutura.