Justiça é obrigada a tomar decisão após acontecimento com Igor Cabral dentro de cela com outros 6 detentos

A Justiça do Rio Grande do Norte bateu o martelo e rejeitou o pedido da defesa de Igor Cabral, ex-jogador de basquete que ficou conhecido em todo o país — mas não foi por algo positivo. Ele foi preso depois de agredir violentamente a própria namorada, Juliana Garcia, com mais de 60 socos dentro de um elevador. Sim, mais de 60. As imagens captadas pelas câmeras de segurança viralizaram e deixaram o país em choque.

A defesa do ex-atleta queria que ele fosse colocado numa cela separada, alegando que, com toda a repercussão do caso, ele estaria correndo risco dentro do presídio. A justificativa era que os outros detentos poderiam querer “fazer justiça com as próprias mãos”. Mas a juíza do caso não comprou essa ideia, não. Com base nos critérios estabelecidos pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), ela decidiu que Igor vai continuar do jeito que tá: em cela comum, com mais seis presos dividindo o mesmo espaço.

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