Família de Juliana Marins desiste de cremação e vai enterrar corpo para possível nova autópsia

A Trágica História de Juliana Marins: Um Desfecho que Deixa Questões no Ar

Na manhã do dia 4 de agosto, um velório marcado por tristeza e reflexão aconteceu no Cemitério Parque da Colina, localizado em Pendotiba, Niterói. A cerimônia homenageava Juliana Marins, uma jovem de apenas 26 anos que teve sua vida interrompida de forma abrupta e trágica. Seu pai, Manoel Marins, expressou a angústia que permeia a família em meio a essa perda. “Pedimos ao juiz, através da defensoria pública, que Juliana pudesse ser cremada. Porém, o juiz negou, alegando que sua morte era suspeita, e que, caso fosse necessário, a exumação seria uma opção. Assim, decidimos pelo sepultamento”, contou Manoel, com a voz embargada.

O Velório e as Cerimônias

O velório foi dividido em dois momentos: das 10h às 12h, amigos e familiares puderam se despedir e prestar suas últimas homenagens à Juliana. A partir das 12h30, o acesso foi restrito, permitindo que apenas pessoas íntimas da família estivessem presentes. A atmosfera era pesada, e muitas lágrimas foram derramadas, refletindo a dor de uma perda incompreensível.

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