A história de Jac Sexton, um jovem de 19 anos de South Wales, no Reino Unido, começou a mudar drasticamente em outubro de 2024. Sem qualquer aviso, ele passou a sentir dores de cabeça intensas, visão dupla e dificuldades para falar. Além disso, perdeu completamente o equilíbrio, algo que nunca havia acontecido antes. Preocupado, procurou atendimento médico diversas vezes, mas recebeu um diagnóstico inicial que, mais tarde, se revelaria equivocado. Os médicos atribuíram seus sintomas a uma infecção no ouvido, consequência de uma recente crise de febre glandular, e receitaram antibióticos.
No entanto, a situação só piorou. Dias depois, Jac sofreu um colapso em casa e foi levado às pressas para o Prince Charles Hospital. Uma tomografia computadorizada de emergência trouxe uma notícia devastadora: ele tinha um tumor inoperável no tronco cerebral. O diagnóstico foi de glioblastoma (GBM), um dos tipos mais agressivos de câncer cerebral. Segundo a National Brain Tumor Society, essa doença atinge milhares de pessoas anualmente e tem um prognóstico sombrio. Mesmo com tratamento, a média de sobrevida gira em torno de 14 meses.