O infarto fulminante tem sido uma das principais causas de morte entre as mulheres, especialmente na faixa dos 50 aos 60 anos. O assunto voltou a ganhar destaque recentemente, após a morte da bispa Keila Ferreira, uma das líderes da Assembleia de Deus em São Paulo. A perda inesperada acendeu um alerta sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de um terço de todas as mortes femininas no mundo. No Brasil, os dados não são menos preocupantes: o Ministério da Saúde aponta que essas enfermidades estão no topo da lista de causas de óbito entre as mulheres.